segunda-feira, 31 de março de 2014
domingo, 30 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
Fonoaudióloga explica até quando é certo as crianças falarem errado
Repórter: ANALY JOYCE PRATA VIEIRA
A fonoaudióloga doutora Maíra Botta Riani Costa, formada pela Universidade de São Paulo (USP), destacou esta semana os procedimentos corretos para que as crianças tenham uma boa dicção e como os pais podem diagnosticar alguma anomalia.
Segundo ela, as crianças passam por um aprendizado dos sons da língua intenso ao longo da sua primeira infância (até os 4 anos de idade) e, nessa fase de descoberta, podem acontecer muitas alterações na fala por ser o primeiro contato da criança com as palavras.
"Nesse período falar errado é comum, faz parte da infância, mas após essa idade a criança pode estar com problemas", informa.
Os problemas mais comuns são: fala ininteligível (ninguém entende o a criança fala, exceto a família), substituições persistentes na fala de natureza auditiva (carfo para garfo, fiolão para violão, entre outros.), omissões articulatórias (sovete para sorvete, entre outros) e trocas de R por L. "Esses problemas fazem parte da primeira infância e se persistirem, após o quarto ano de idade, isso passa de fase de aprendizagem e adaptação com a língua para um problema de fala", observa Maíra. "O desvio articulatório (língua presa) não é um caminho de aprendizagem da fala, constatado o problema, os pais devem buscar tratamento para sanar o problema", completa.
A fonoaudióloga afirma que os pais ou responsáveis pela criança devem estar atentos a estes problemas em casa e na escola, desenvolvendo medidas preventivas desde o nascimento da criança, evitando assim o aparecimento de dificuldades de aprendizagem e patologias fonoaudiológicas.
"De início devem ouvir tudo o que a criança fala, percebendo algum problema, podem fazer um trabalho de pronuncia e repetição das palavras corretas, devendo evitar palavras no diminutivo, pois isso complica a palavra e a criança terá dificuldades na pronuncia. Se após o estímulo a criança persistir com o problema, é hora de buscar tratamento", orienta.
Após os cinco anos de idade as crianças iniciam o processo de alfabetização e se tiverem problemas na fala também terão problemas na escrita como: dificuldades de estruturação de texto, ortografia, e leitura (compreensão e decodificação). Isso se torna prejudicial, pois é uma das fases mais importantes da vida.
Maxwell Ramos Pires, 36 anos decidiu procurar o tratamento fonoaudiólogo para seu filho Jeremias Bernardo de 6 anos, pois percebeu que o filho era muito calado e não sabia pronunciar muitas palavras. De início, a família achou que Jeremias era apenas tímido, mas constatou-se que o problema estava na fala, pois a criança quase não falava e, nesta idade, as crianças já pronunciam praticamente tudo.
Há oito meses Jeremias está em tratamento e seu pai afirma que a melhora é muito grande no seu desenvolvimento escolar e na sua comunicação com a família e amigos.
Em adultos o tratamento fonoaudiólogo não tem a mesma eficácia do que em uma criança, pois o tempo em que ele tem problemas na fala é muito maior do que o tempo da criança.
"O tratamento pode ter 100% de eficácia em um adulto sim, porém é muito mais longo do que o tratamento de uma criança", destaca Maíra. Ela diz que não existe um tempo certo para o tratamento, pois cada criança ou adulto tem um processamento de informações diferente do outro.
Saiba quais são os tipos de tratamento
De acordo com Maíra, existem três tipos de tratamentos fonoaudiológicos:
Preventivo: utilizado em escolas infantis, empresas, entre outros.
Aprimoramento:utilizado por professores, palestrantes, entre outros.
Terapêutico: que envovle a correção de fala em crianças e adultos.
Segundo Maíra é muito importante cuidar da voz tomando bastante água e é importante saber a diferença de gritar e falar alto, pois gritar é prejudicial para a voz.
Tabela de aprendizado Por volta dos 4 anos a criança já deve ter adquirido os seguintes fonemas:
(sons) P(papai) T(tatu) K(caiu) D(dado) G(gato) M(miau) N(não) NH (ninho) V(vovó) CH (chão) LH (palha) S(saiu) J, G (jóia, gelo, Gil)
Entre 4 e 5 anos a criança já deve ter adquirido os seguintes fonemas:(sons) R(rato) r(carro)
Entre 5 e 6 anos a criança já deve ter adquirido os seguintes fonemas:(sons) r,l,s,n no final (pasta, papel, porta, canto)
Fonte:Fonoaudióloga doutora Maíra Botta Riani Costa
domingo, 16 de março de 2014
BRINCADEIRAS DE PÁSCOA PARA CRIANÇAS PEQUENAS
1. Quantos são Esta brincadeira é de sorte, e o objeto é descobrir quantos
doces há dentro da caixa. 1.Pique folhas de jornal e coloque-as na caixa. Sem
ver, peça para um adulto colocar bombons e balas lá dentro. 2. Em seguida, cada
um escreve seu nome em um papel e anota quantas balas e quantos bombons acha
que tem na caixa. 3. Todos entregam seus papéis. Depois contem os doces para
saber quem acertou ou quem chegou mais perto do total de balas e de bombons. Os
vencedores ganham os bombons ou as balas.
2. Quem é o coelho é uma brincadeira parecida com detetive, 1. corte um pedacinho
de papel para cada participante e escrevam num deles COELHO e nos outros o nome
de vários animais. Coloquem os bombons juntos em uma mesa, dobrem os papéis,
misturem e entreguem um para cada jogador. 2. Quem sorteou o COELHO vai piscar
com um olho só, discretamente, para um participante de cada vez. 3. Aquele
jogador que receber uma piscada vai até a mesa e pega um bombom, dizendo, por
exemplo: “Sou um macaco e ganhei um bombom do coelho”. 4. O jogador que
descobrir quem é o coelho antes de ser alvo de uma piscada fica com todos os
bombons que estiverem na mesa.
3. Amigo ovo é como um amigo secreto, mas de Páscoa. Nele, cada participante
deve tira um papel com o nome de outro participante – e não deve contar a
ninguém quem é. No dia da brincadeira, através de dicas, os outros tentam adivinhar
quem é. Quando isso ocorre, há troca de ovos de Páscoa. Quem recebe o ovo é o
próximo que dá as dicas e, assim, sucessivamente.
4. Coelhinho sai da toca distribua bambolês pelo chão. Cada criança deverá
Ficar dentro de um bambolê. Sempre que você gritar: “coelhinho
sai da toca”, as crianças devem trocar de bambolê. Quem ficar de fora precisa
esperar a próxima rodada. A cada rodada você deve tirar um bambolê.
COELHINHO SAI DA TOCA!
Idade: 3 - 8 anos
Material: arcos
(bambolês)
Objetivo: Executar habilidade
motora fundamental de locomoção, melhorar o tempo de reação.
Jogando:
Distribua os arcos pelo chão.
Cada criança deverá ficar dentro de
um arco.
Ao sinal do professor:
"Coelhinho sai da toca", as crianças, digo os coelhos (!!!) devem
trocar de toca.
A cada rodada retirar um arco.
JOGO DA MEMÓRIA COM OVOS:
Idade: 3 - 12 anos
Material: Cartões com desenho
de ovos de páscoa cortados ao meio.
Objetivo: Executar habilidade
motora fundamental de locomoção, treinar memorização.
Jogando:
Espalhar uma das metades dos cartões
por diversos lugares.
Acomodar todas as crianças sentadas
lado a lado e entregar a outra metade dos cartões para elas, um para cada
criança.
Os cartões deverão ficar virados com
o desenho para baixo até que seja dado o sinal.
Todos irão olhar o cartão ao mesmo
tempo e em seguida procurar pela outra metade.
Variações:
Para deixar mais fácil (crianças
pequenas):
1.
Permitir que leve a sua metade do cartão na busca.
Para deixar mais difícil:
1.
Não permitir que leve o cartão.
2.
Estipular um tempo para a visualização, cada vez menor.
3.
Mostrar um cartão para todos e deixar que procurem.
Chicotinho queimado com ovos!
Idade: 3 - 12 anos
Material: Mini ovos de
chocolate (no mínimo 1 por criança)
Objetivo: Associar
palavras. Realizar trabalho em equipe. Compreender o jogo competitivo.
Jogando:
Dividir as crianças em duas ou mais
equipes.
Esconder os mini ovos em diversos
locais.
Informar às crianças se estão perto
ou longe dos ovos.
Quente: perto
Frio: longe.
Os ovos encontrados serão colocados
em cestas. A equipe que recolher mais ovos será a vencedora.
Ao final juntar todos os ovos e
distribuir para as crianças.
Corrida da colher com ovos de Páscoa.
Idade: 5 - 12 anos
Material: Ovos pequenos
de chocolate (no mínimo 1 por criança), colher (1 por equipe), cones (1 por
equipe), cestos (1 por equipe) giz.
Objetivo: Executar
habilidades motoras fundamentais de locomoção e estabilização. Realizar
trabalho em equipe. Compreender o jogo competitivo.
Jogando:
Dividir as crianças em duas ou mais
equipes arrumadas em colunas.
Marcar a linha de saída com giz.
Colocar na extremidade oposta os cones.
As colunas devem ficar atrás da
linha, um cesto com ovos de chocolate deverá ser colocado ao lado da primeira
criança.
A criança que estiver na frente
deverá pegar um ovo na cesta, colocar na colher e condizer, o mais rápido
possível até dar a volta pelo cone e retornar para sua equipe, entregando a
colher para o próximo da coluna. E assim sucessivamente. A equipe que terminar
primeiro será vencedor.
Ao final cada criança fica com o ovo
que usou na brincadeira.
Mímica de Páscoa
Idade: 7 - 14 anos
Material: Cartões com
desenhos/palavras que retratem símbolos da Páscoa (ovos, coelho, cesta, símbolos
religiosos, alimentos)
Objetivo: Discutir o
significado da Páscoa. Expressar-se gestualmente.
Jogando:
Em uma roda de conversa discutir o
significado da Páscoa e de seus símbolos. Esclarecer eventuais dúvidas.
Cada criança deverá retirar um cartão
sem que as demais vejam. Um participante por vez realizará mimica que
represente seu cartão e as demais tentarão adivinhar o que é.
Pode ser feito em grupo.
Revezamento do Coelhinho
Idade: 3 - 8 anos
Material: Giz, cones (ou
outros materiais para marcar)
Objetivo: Executar
habilidade motora fundamental de locomoção (saltar). Realizar trabalho em
equipe. Compreender o jogo competitivo.
Jogando:
Dividir as crianças em duas ou mais
equipes. Marcar com o giz a linha de saída/chegada e com os cones o ponto de retorno.
As equipes deverão permanecer em
colunas atrás da linha. Ao sinal a primeira criança, de cada equipe, deverá
sair saltando como um coelhinho até o cone, contorná-lo e retornar até a linha,
onde a próxima criança iniciar é o processo, até a última.
Vence a equipe que terminar primeiro.
Variações:
Para deixar mais fácil:
1.
Permitir que o coelho salte da forma que a criança achar melhor.
Para deixar mais difícil:
1.
Saltar com os pés unidos
2.
Saltar com impulso
3.
Saltar com os dois pés
4.
Saltar de costas
O Salto do Coelhinho
Idade: 3 - 8 anos
Material: Giz (ou outro
material para marcar)
Objetivo: Executar
habilidade motora fundamental de locomoção (saltar distância) e estabilização
(equilíbrio dinâmico).
Jogando:
Demarcar duas linhas. As crianças
deverão saltar de uma linha para a outra, como se fossem coelhinhos. Aumentar a
distância entre as linhas conforme forem conseguindo executar a tarefa.
O Rabo do Coelho
Idade: a partir de 3
anos.
Material: Cartolina com
o desenho de um coelho da páscoa, de costas. Pompom feito de lá ou outro
material. Fita crepe. Venda.
Objetivo: Executar
habilidade motora fundamental de locomoção e estabilização. Melhorar a noção de
espaço.
Caça ao Ovos
Esta talvez seja a brincadeira mais
tradicional para a Páscoa. Basicamente os ovos são escondidos e as crianças
devem achá-los, mas existem várias maneiras de torná-la mais interessante para
as crianças.
Idade: 3 - 10 anos
Material: ovos de
chocolate (no mínimo 1 por criança). Cesta para recolher os ovos.
Objetivo: Executar
tarefa que exija percepção espacial.
Pode ser trabalhado em grupo ou
individual.
Detetive
Material específico: farinha ou
guache branco.
Esconder os ovos e deixar nas
proximidades marcas das "pegadas" do coelho.
Fazer uma roda de conversa e contar
em "tom de fofoca" que um coelho muito atrapalhado decidiu esconder
os ovos, mas deixou algumas pistas... Vamos procurar?!
Coelho bagunceiro
Material específico: Cartolina com
o desenho de um coelhinho usando diversos acessórios (óculos, cachecol, bolsa...
e cesto com ovos). Cada um dos acessórios usado pelo coelho.
Objetivo específico: memorização
Esconder os ovos e deixar nas
proximidades um acessório do coelho.
Fazer uma roda de conversa e contar a
história do coelho bagunceiro, mostrar a "foto" do coelho (cartolina
desenhada). Pedir para que as crianças ajudem a encontrar os objetos perdidos.
Tesouro de Páscoa
versão 1
Material específico: cartões com
pistas (desenhada ou escrita)
Objetivo específico: exercitar o
raciocínio lógico.
Esconder todos os ovos em um
determinado local. Criar uma pista, que leve até outra, e mais outra...mais
quantas quiser, até os ovos escondidos.
versão 2
Material específico: cartões com
pistas (desenhada ou escrita), papel kraft com mapa rústico do local desenhado,
com pistas marcadas.
Objetivo específico: exercitar o
raciocínio lógico e noção de ponto de referência.
Esconder todos os ovos em um
determinado local. No ponto de partida as crianças receberão uma pista, deverão
procurar no mapa sua localização e se dirigir ao local para procurar nova
pista. Repetir o processo, quantas vezes quiser, até chegar nos ovos
escondidos.
Combinados: se dividir em
equipes, identificar as pistas por cores. Instruir às crianças que se acharem a
pista do adversário devem deixá-la no local.
Dica: ter por escrito e
detalhadamente os locais onde escondeu as pistas!
Coelhinho na toca
Coelhinho na toca
Preparação: Os alunos devem se
organizar em trios. Dois alunos formam um círculo (a toca), dando as mãos, e o
terceiro faz o papel de coelhinho dentro da toca. Os demais alunos ficam no
centro.
Desenrolar: A um sinal do professor
cada coelhinho muda de toca enquanto os outros tentam ocupar um dos lugares
vagos. Os que ficarem sem toca vão para o centro e o jogo continua.
A careta da cenoura
Preparação: Cada elemento recebe uma
rodela de cenoura, que deverá colocá-la no olho, estando com a cabeça inclinada
para trás.
Desenrolar: Ao sinal de início do
jogo, cada jogador, sem usar as mãos, tentará levar a rodela de cenoura até a
boca, fazendo movimentos com os olhos, boca e nariz. Cada elemento que
conseguir comer a cenoura marcará um ponto.
Onde está o coelhinho
Preparação: Este jogo é ideal para o
início do dia. Coloca-se um coelhinho de pelúcia bem pequeno em um lugar
discreto, mas visível.
Desenrolar: A medida que as crianças
vão chegando no ambiente pede-se individualmente que procurem o coelhinho. Cada
uma deverá sair na busca, mas quando achar o coelhinho não deverá dar mostras
disso, deverá discretamente sair e contar para o animador do jogo que o
encontrou. Procede-se desta forma até que todos tenham encontrado o coelhinho.
quarta-feira, 12 de março de 2014
ÓTIMAS BRINCADEIRAS PARA REALIZAR COM O GRUPO DE 4
E 5 ANOS.
Cauda do Dragão
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
Todos os participantes ficam em pé, em uma fila indiana com as mãos na cintura um do outro, formando um dragão. O primeiro integrante da fila, representando a cabeça do dragão, terá como objetivo pegar o último da fila, que representará a cauda. Ao sinal do educador, o "dragão" passará a se movimentar, correndo moderadamente, sob o comando da cabeça que tentará pegar a cauda. Esta, por sua vez, fará movimentos no sentido de evitar que isso aconteça. A brincadeira continuará enquanto durar o interesse das crianças.
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
Todos os participantes ficam em pé, em uma fila indiana com as mãos na cintura um do outro, formando um dragão. O primeiro integrante da fila, representando a cabeça do dragão, terá como objetivo pegar o último da fila, que representará a cauda. Ao sinal do educador, o "dragão" passará a se movimentar, correndo moderadamente, sob o comando da cabeça que tentará pegar a cauda. Esta, por sua vez, fará movimentos no sentido de evitar que isso aconteça. A brincadeira continuará enquanto durar o interesse das crianças.
O feiticeiro e as estátuas
Material necessário
Nenhum.
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
Os participantes ficam de pé, dispersos em uma área delimitada para a brincadeira. Um voluntário será o "feiticeiro" que perseguirá os demais. Ao sinal do educador, inicia-se a perseguição, e aquele que for tocado ficará "enfeitiçado": imóvel com as pernas afastadas, representando uma "estátua". Os outros companheiros poderão passar por baixo das pernas das "estátuas", salvando-as do "feitiço". Depois de algum tempo, o "feiticeiro" deverá ser substituído. O jogo prosseguirá enquanto houver interesse do grupo.
Os participantes ficam de pé, dispersos em uma área delimitada para a brincadeira. Um voluntário será o "feiticeiro" que perseguirá os demais. Ao sinal do educador, inicia-se a perseguição, e aquele que for tocado ficará "enfeitiçado": imóvel com as pernas afastadas, representando uma "estátua". Os outros companheiros poderão passar por baixo das pernas das "estátuas", salvando-as do "feitiço". Depois de algum tempo, o "feiticeiro" deverá ser substituído. O jogo prosseguirá enquanto houver interesse do grupo.
Biscoitinho queimado
Material necessário
Um brinquedo.
Material necessário
Um brinquedo.
Desenvolvimento
O educador esconde um brinquedo qualquer (o "biscoitinho queimado"), enquanto os participantes estão de olhos fechados. Depois grita: "Biscoitinho queimado!", e os outros têm que tentar encontrá-lo. Quando uma criança chega perto do "biscoitinho queimado", o educador grita seu nome e fala: "Está quente!". Se estiver longe, ele grita "Está frio!". Quem encontrar o brinquedo primeiro ganha.
O educador esconde um brinquedo qualquer (o "biscoitinho queimado"), enquanto os participantes estão de olhos fechados. Depois grita: "Biscoitinho queimado!", e os outros têm que tentar encontrá-lo. Quando uma criança chega perto do "biscoitinho queimado", o educador grita seu nome e fala: "Está quente!". Se estiver longe, ele grita "Está frio!". Quem encontrar o brinquedo primeiro ganha.
O carteiro
Material necessário
Nenhum.
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
Os participantes ficam sentados em círculo. O educador inicia falando: "O carteiro mandou uma carta... (suspense) só pra quem está usando camiseta branca!". Todos que estiverem de camiseta branca trocam de lugar, mas não podem ir para o lugar ao lado. Quem não consegue trocar rapidamente de lugar, fica fora da brincadeira. A brincadeira prossegue com comandos variados: só pra quem estiver de cabelo solto, de cabelo preso, de anel, de relógio, de rosa, de azul... A brincadeira prossegue com a mudança do carteiro.
Os participantes ficam sentados em círculo. O educador inicia falando: "O carteiro mandou uma carta... (suspense) só pra quem está usando camiseta branca!". Todos que estiverem de camiseta branca trocam de lugar, mas não podem ir para o lugar ao lado. Quem não consegue trocar rapidamente de lugar, fica fora da brincadeira. A brincadeira prossegue com comandos variados: só pra quem estiver de cabelo solto, de cabelo preso, de anel, de relógio, de rosa, de azul... A brincadeira prossegue com a mudança do carteiro.
Colher corrente
Material necessário
Colheres de sobremesa e caramelos.
Material necessário
Colheres de sobremesa e caramelos.
Desenvolvimento
As crianças formam duas filas com número igual de pessoas. Elas ficam sentadas frente a frente, cada uma com uma colher de sobremesa. O primeiro da fila recebe na sua colher, presa com o cabo na boca, um caramelo, que deverá passar para a colher do vizinho. A brincadeira começa e, sob uma ordem dada pelo educador, cada um deverá passar o caramelo, com a colher na boca, para a colher do vizinho, sem ajuda das mãos, que devem ficar cruzadas nas costas. Toda vez que o caramelo cair, a criança pode recolhê-lo com a mão e continuar a brincadeira. Ganha a fileira que primeiro conseguir passar o seu caramelo de colher para colher até o final.
As crianças formam duas filas com número igual de pessoas. Elas ficam sentadas frente a frente, cada uma com uma colher de sobremesa. O primeiro da fila recebe na sua colher, presa com o cabo na boca, um caramelo, que deverá passar para a colher do vizinho. A brincadeira começa e, sob uma ordem dada pelo educador, cada um deverá passar o caramelo, com a colher na boca, para a colher do vizinho, sem ajuda das mãos, que devem ficar cruzadas nas costas. Toda vez que o caramelo cair, a criança pode recolhê-lo com a mão e continuar a brincadeira. Ganha a fileira que primeiro conseguir passar o seu caramelo de colher para colher até o final.
Boizinho
Material necessário
Nenhum.
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
As crianças formam uma roda, segurando com bastante força as mãos umas das outras. No meio da roda deve ficar uma das crianças, que vai ser o "boizinho". O "boizinho" deve pegar o braço das crianças da roda e ir perguntando: "De quem é essa mão?" A criança deve responder falando o nome de uma fruta ou um objeto, tentando distrair os participantes. Depois de fazer a pergunta a todos, o "boizinho" deve tentar romper a roda em algum ponto e fugir. Quando foge, os outros devem tentar capturá-lo. Quem conseguir é o próximo "boizinho".
As crianças formam uma roda, segurando com bastante força as mãos umas das outras. No meio da roda deve ficar uma das crianças, que vai ser o "boizinho". O "boizinho" deve pegar o braço das crianças da roda e ir perguntando: "De quem é essa mão?" A criança deve responder falando o nome de uma fruta ou um objeto, tentando distrair os participantes. Depois de fazer a pergunta a todos, o "boizinho" deve tentar romper a roda em algum ponto e fugir. Quando foge, os outros devem tentar capturá-lo. Quem conseguir é o próximo "boizinho".
Tesouro perdido
Material necessário
Saquinho com balas.
Material necessário
Saquinho com balas.
Desenvolvimento
Uma criança deve ser o pirata, que vai esconder o tesouro. O tesouro é um brinde (balas, por exemplo), colocado dentro de um saquinho. Depois que o pirata esconde o tesouro, ele diz: "Vamos ajudar o pirata trapalhão?". É a senha para que as outras crianças comecem a procurar. Elas têm cinco minutos para encontrá-lo. Se não conseguirem, o pirata dá algumas pistas de onde o escondeu. Quando o tesouro é encontrado, a criança que o achou deve escondê-lo novamente. A cada rodada, novos objetos podem ser colocados no saquinho. Quem acha o tesouro pode ficar com ele ou dividir com o pirata e os outros participantes.
Uma criança deve ser o pirata, que vai esconder o tesouro. O tesouro é um brinde (balas, por exemplo), colocado dentro de um saquinho. Depois que o pirata esconde o tesouro, ele diz: "Vamos ajudar o pirata trapalhão?". É a senha para que as outras crianças comecem a procurar. Elas têm cinco minutos para encontrá-lo. Se não conseguirem, o pirata dá algumas pistas de onde o escondeu. Quando o tesouro é encontrado, a criança que o achou deve escondê-lo novamente. A cada rodada, novos objetos podem ser colocados no saquinho. Quem acha o tesouro pode ficar com ele ou dividir com o pirata e os outros participantes.
A queda do chapéu
Material necessário
Um chapéu.
Material necessário
Um chapéu.
Desenvolvimento
Os participantes são organizados em círculo. Cada um recebe um número. O educador se coloca no centro do círculo, segurando um chapéu. Inicia a brincadeira atirando o chapéu para o alto e chamando um número. O participante chamado deve correr e pegar o chapéu antes que ele caia no chão. Se o chapéu cair no chão, o jogador sai da brincadeira e o educador continua no centro. Se o jogador conseguir pegar o chapéu, vai para o centro do círculo e continua a brincadeira.
Os participantes são organizados em círculo. Cada um recebe um número. O educador se coloca no centro do círculo, segurando um chapéu. Inicia a brincadeira atirando o chapéu para o alto e chamando um número. O participante chamado deve correr e pegar o chapéu antes que ele caia no chão. Se o chapéu cair no chão, o jogador sai da brincadeira e o educador continua no centro. Se o jogador conseguir pegar o chapéu, vai para o centro do círculo e continua a brincadeira.
Apanhador de batatas
Material
Jornais e revistas, dois cestos de boca larga.
Material
Jornais e revistas, dois cestos de boca larga.
Desenvolvimento
Os participantes devem amassar várias folhas de jornal e revistas (serão as "batatas"). O educador deve distribuir as "batatas" em vários lugares. A um sinal do educador, os participantes, divididos em duas equipes, devem apanhar as "batatas" e colocá-las no cesto destinado ao seu grupo. Vence a equipe que apanhar o maior número de "batatas".
Os participantes devem amassar várias folhas de jornal e revistas (serão as "batatas"). O educador deve distribuir as "batatas" em vários lugares. A um sinal do educador, os participantes, divididos em duas equipes, devem apanhar as "batatas" e colocá-las no cesto destinado ao seu grupo. Vence a equipe que apanhar o maior número de "batatas".
Patins engraçados
Material necessário
Várias caixas de sapato sem a tampa, fita adesiva colorida.
Material necessário
Várias caixas de sapato sem a tampa, fita adesiva colorida.
Desenvolvimento
As crianças ficam uma ao lado da outra na sala ou no pátio. Demarque com a fita adesiva a saída e a chegada. Distribua duas caixas de sapato para cada criança (serão os patins). Ao sinal do educador, as crianças deverão escorregar até a linha de chegada.
As crianças ficam uma ao lado da outra na sala ou no pátio. Demarque com a fita adesiva a saída e a chegada. Distribua duas caixas de sapato para cada criança (serão os patins). Ao sinal do educador, as crianças deverão escorregar até a linha de chegada.
Fonte: Nova Escola
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